quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Psicografia


Também eu saio á revelia
E procuro uma síntese nas demoras
Cato obsessões com fria têmpera e digo
Do coração: não soube e digo
Da palavra: não digo(não posso ainda acreditar
Na vida) e demito o verso como quem acena
E vivo como quem despede a raiva de Ter visto.


Ana C.

3 comentários:

neetho b. disse...

Adorei a profundidade do texto!

te espero no meeu *-*
http://retrojovem.blogspot.com

Ana Agarriberri disse...

Post intenso, forte, belo.
Seguindo-te. Beeejo,beeejo.

Roberto Borati disse...

ah, como é bom encontrar ana cristina, como é bom...

obrigado, senhorita.